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Comissão Semeadoras do Agro visita Grupo Santa Clara em Jaboticabal para troca de experiências

20 de fevereiro, 2025 - por FAESP

Companhia com sede administrativa em Ribeirão Preto recebeu a Comissão da Faesp em um dia de muito diálogo, aprendizado e integração

No último dia 29, a Comissão Semeadoras do Agro da Faesp visitou as unidades industriais e o sistema produtivo das empresas do Grupo Santa Clara. Após serem recepcionadas e apresentadas à história do grupo foram levadas para conhecer as unidades industriais de Jaboticabal.

Talita Cury, Conselheira de Administração e Relações Institucionais, e fundadora do projeto Damas do Agro, ciceroneou o grupo de representantes da Comissão Semeadoras do Agro.

A empresária explica que o convite para visitar o Grupo Santa Clara foi feito porque acredita que a troca de experiências é fundamental entre comissões e grupos de mulheres.

“Grupos desses movimentos são muito importantes, pois ter essa conexão é fundamental para vencer os desafios, e estarmos unidas no mesmo propósito fortalece as redes de apoio”, afirma Juliana Farah, vice-presidente da Comissão Semeadoras do Agro da Faesp.

O Damas do Agro surgiu em 2019 e foi criado, inicialmente, com o propósito de aproximar e fazer a interação entre as colaboradoras do Grupo formado pelas empresas Santa Clara Agrociência, indústria de fertilizantes especiais, Hydromol, indústria voltada para a terceirização de produtos e serviços e Inflora Biociência, indústria de biodefensivos, que juntas se tornaram uma das maiores no segmento, além de exportarem para mais de 30 países.

Com seis anos de formação, hoje, o projeto conta com 31% do efetivo de colaboradores e não se restringe somente a promoção de equidade de gênero e incentivar lideranças.

A integração e a troca de experiências com outras comissões femininas e a participação em feiras do setor — nem sempre com Talita à frente — é uma das formas de mostrarem o trabalho que está sendo realizado, além da força e do protagonismo das mulheres no agronegócio.

Segundo Flávia Camargo, gestora de projetos do Grupo Santa Clara, a liderança de Talita Cury é feita com empatia, em um ambiente colaborativo e inclusivo. “A inovação é um valor essencial ao nosso trabalho, que é reforçado pelo seu exemplo no dia a dia.”

A empresária explica a razão dessa conduta frente aos colaboradores. “Acredito verdadeiramente que não é com agressividade que vamos mudar a imagem do agronegócio. A conversão só vai acontecer com muita conversa e se incluirmos nesse assunto a educação de base”, diz.

A afirmação se traduz em outros projetos da companhia. Além do Damas do Agro há também o “Crianças no Agro”, que completa dois anos de existência e que tem como propósito levar conhecimento para as próximas gerações sobre a agricultura sustentável moderna.

O projeto tem como meta transformar essas crianças em cidadãos conscientes de como podemos produzir alimento para a população humana sem deixar de preservar o meio ambiente.

Ainda visando melhorias contínuas e estímulo aos colaboradores existe a Universidade Santa Clara, cujo intuito é levar um completo conjunto de teorias e ferramentas práticas, com conhecimentos específicos e muito especializados, importantes na obtenção de resultados comerciais fundamentados nos conceitos agronômicos.

Para Talita, essas ações encontram semelhanças com o trabalho da Comissão Semeadoras do Agro da Faesp pelo incentivo a romper barreiras, mulheres ocupando cada vez mais espaços de liderança e que possam contribuir significativamente com o setor do agronegócio.

Como ela afirma, “não é por acaso que nosso lema é ‘Somos fortes, corajosas, protetoras da terra. Somos Damas do Agro da Família Santa Clara'”.

O evento serviu não apenas como troca de experiências, mas também reforçou o papel da Comissão Semeadoras do Agro da Faesp, composta por mulheres presidentes de sindicatos rurais, que representam diversas cadeias produtivas.

“A visita foi de grande importância para a Comissão Semeadoras do Agro, que tem como missão central trazer a mulher do campo para a visibilidade”, segundo Juliana Farah. “Encontrar uma empresa com uma destacada liderança feminina, como é a Talita, que se preocupa com suas colaboradoras e com todas as parceiras do ciclo produtivo, demonstra a força da mulher, a importância de sua presença em todos os níveis e serve como exemplo inspirador”, conclui.

“Quando vamos a uma empresa cuja acionista e conselheira de administração é uma mulher, que faz esse trabalho de ponta, com as funcionárias, o quadro colaborativo e as empresas fornecedoras, mostra mais ainda a importância de trazer a mulher para a visibilidade”, conclui.

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